Alguns empregos são melhores que outros, isso todo mundo sabe. E que tal trabalhar com seu artista preferido, divulgando os acontecimentos durante os shows, os bastidores e ainda curtindo festas com esses artistas depois das apresentações? Essa é a proposta de emprego que o Black Eyed Peas faz aos fãs brasileiros.
A banda lançou uma promoção que dará a um fã sortudo a possibilidade de acompanhar o quarteto durante os três shows da turnê pelo país. O fã se tornará roadie da banda, mas para isso não precisa ter os conhecimentos técnicos sobre luzes e instrumentos, como um roadie comum tem.
Esse roadie especial precisa “demonstrar capacidade de mobilizar, improvisar e curtir a balada para acompanhar a turnê do The Black Eyed Peas”, segundo informa o anúncio da promoção.
Entre todos os inscritos, dois fãs serão sorteados e terão acesso ao primeiro show da turnê, no dia 29 de outubro, em Porto Alegre. Um produtor do grupo vai escolher aquele que se sair melhor para acompanhar o Black Eyed Peas também nso shows de Florianópolis e São Paulo, com todas as despesas pagas.
Os detalhes sobre como se inscrever para a promoção estão disponíveis no site www.beproadie.com.br. Abaixo você confere um vídeo sobre a promoção. Boa sorte!
domingo, 29 de agosto de 2010
Planeta Terra 2010: confirmadas as bandas nacionais do festival
Os organizadores do festival Planeta Terra divulgaram os nomes das bandas nacionais que fecham a escalação de atrações do evento. Foram convidados para tocar no festival os grupos Holger, Hurtmold, Mombojó e Novos Paulistas.
A escolha das bandas nacionais foi feita pelos organizadores em parceria com o clube Studio SP, ponto de encontro do público e das bandas alternativas do atual cenário musical. Com a confirmação das quatro bandas, o Planeta Terra fecha a programação contando com 14 grupos.
As atrações internacionais já anunciadas são Smashing Pumpkins, Pavement, Of Montreal, Girl Talk, Yeasayer, Phoenix, Hot Chip, Mika, Empire of the Sun e Passion Pit.
O festival Planeta Terra será realizado no dia 20 de novembro no parque de diversões Playcenter, em São Paulo.
A escolha das bandas nacionais foi feita pelos organizadores em parceria com o clube Studio SP, ponto de encontro do público e das bandas alternativas do atual cenário musical. Com a confirmação das quatro bandas, o Planeta Terra fecha a programação contando com 14 grupos.
As atrações internacionais já anunciadas são Smashing Pumpkins, Pavement, Of Montreal, Girl Talk, Yeasayer, Phoenix, Hot Chip, Mika, Empire of the Sun e Passion Pit.
O festival Planeta Terra será realizado no dia 20 de novembro no parque de diversões Playcenter, em São Paulo.
Armandinho mostra reggae mais vibrante em novo CD
“Vol. 5” é o título do novo álbum de estúdio do cantor Armandinho. Como o nome indica, este é o quinto trabalho do artista e o primeiro a ser lançado pelo selo Alba Music, do próprio cantor.
O novo disco chega às lojas ainda este mês, quase dois anos após o lançamento do trabalho anterior, “Semente”. “Vol. 5” traz 12 músicas inéditas e mais uma regravação para “Como Dois Animais”, sucesso de Alceu Valença lançado originalmente em 1982.
Confira abaixo o repertório:
01. Tá Todo Mundo Aí
02. Fio de Cabelo
03. Desejos do Mar
04. Amor de Primavera
05. Alma Regueira
06. Como Dois Animais
07. Tchubirundu
08. Mulher do Brother
09. Dengo seu
10. Não Temos Mais Tempo a Perder
11. Nosso Sexo
12. Paz e Amor na Quebrada
13. As Festas que Eu Vou
O sonho de todo músico profissional é ter sua música tocada nas rádios, cantada pelo povo, escolhida como trilha sonora para momentos marcantes. Em 2006, com os versos de "Desenho de Deus", Armando Antonio Silveira da Silveira, o Armandinho, não só chegou aos ouvidos de todo Brasil como virou sinônimo de ''musiquinha fácil para casais enamorados''.
Quatro anos depois da brisa "quando Deus te desenhou / Ele estava namorando", tudo o que Armandinho quer é ser reconhecido como músico e compositor para momentos mais aventureiros. Surfista de longa data e morador de Itajaí (Santa Catarina), o cantor de 40 anos traçou um plano para "Volume 5", seu novo CD que acaba de chegar às lojas. "Queria que as canções acompanhassem a minha rotina de surfista. Estava ficando estigmatizado como cantor romântico, e com este disco quero mostrar meu outro lado", conta Armandinho.
Este outro lado contempla não só a busca por canções mais dinâmicas como fez Armandinho se isolar em seu estúdio caseiro e mexer como há muito tempo não fazia em sua Fender branca modelo 1968. "É a mesma guitarra que o Jimi Hendrix usava. Neste álbum, acabei gravando as guitarras em todas as faixas. Pude passar meus sentimentos também através do instrumento", lembra.
Além de Hendrix, Armandinho lembra que destacou outros artistas roqueiros para ''refazer'' sua imagem perante ao público. "Tá Todo Mundo Aí, por exemplo, tem uma vibe Black Crowes, uma banda que conseguiu trazer o som dos anos 70 para o rock contemporâneo. Quis colocar estes elementos no reggae."
O cantor e guitarrista lembra que é ao vivo que as velhas canções vão ganhar um peso maior. Em São Paulo, Armandinho tem show marcado para maio, no Citibank Hall. "Mas vou continuar fazendo as baladas no violão. Não tenho como abandonar esse meu lado", Justifica o mesmo
O novo disco chega às lojas ainda este mês, quase dois anos após o lançamento do trabalho anterior, “Semente”. “Vol. 5” traz 12 músicas inéditas e mais uma regravação para “Como Dois Animais”, sucesso de Alceu Valença lançado originalmente em 1982.
Confira abaixo o repertório:
01. Tá Todo Mundo Aí
02. Fio de Cabelo
03. Desejos do Mar
04. Amor de Primavera
05. Alma Regueira
06. Como Dois Animais
07. Tchubirundu
08. Mulher do Brother
09. Dengo seu
10. Não Temos Mais Tempo a Perder
11. Nosso Sexo
12. Paz e Amor na Quebrada
13. As Festas que Eu Vou
O sonho de todo músico profissional é ter sua música tocada nas rádios, cantada pelo povo, escolhida como trilha sonora para momentos marcantes. Em 2006, com os versos de "Desenho de Deus", Armando Antonio Silveira da Silveira, o Armandinho, não só chegou aos ouvidos de todo Brasil como virou sinônimo de ''musiquinha fácil para casais enamorados''.
Quatro anos depois da brisa "quando Deus te desenhou / Ele estava namorando", tudo o que Armandinho quer é ser reconhecido como músico e compositor para momentos mais aventureiros. Surfista de longa data e morador de Itajaí (Santa Catarina), o cantor de 40 anos traçou um plano para "Volume 5", seu novo CD que acaba de chegar às lojas. "Queria que as canções acompanhassem a minha rotina de surfista. Estava ficando estigmatizado como cantor romântico, e com este disco quero mostrar meu outro lado", conta Armandinho.
Este outro lado contempla não só a busca por canções mais dinâmicas como fez Armandinho se isolar em seu estúdio caseiro e mexer como há muito tempo não fazia em sua Fender branca modelo 1968. "É a mesma guitarra que o Jimi Hendrix usava. Neste álbum, acabei gravando as guitarras em todas as faixas. Pude passar meus sentimentos também através do instrumento", lembra.
Além de Hendrix, Armandinho lembra que destacou outros artistas roqueiros para ''refazer'' sua imagem perante ao público. "Tá Todo Mundo Aí, por exemplo, tem uma vibe Black Crowes, uma banda que conseguiu trazer o som dos anos 70 para o rock contemporâneo. Quis colocar estes elementos no reggae."
O cantor e guitarrista lembra que é ao vivo que as velhas canções vão ganhar um peso maior. Em São Paulo, Armandinho tem show marcado para maio, no Citibank Hall. "Mas vou continuar fazendo as baladas no violão. Não tenho como abandonar esse meu lado", Justifica o mesmo
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Rock In Rio de volta ao Brasil
Rock Rio está de volta à casa. Depois de 10 anos, o público poderá matar as saudades do evento que foi exportado e gerou enorme visibilidade para a cidade e para o país internacionalmente. Consagrado também em Portugal e na Espanha, o festival cresceu e amadureceu sua fórmula de sucesso com uma equipe de produção internacional. Hoje, aos 25 anos, seu retorno promete uma série de novidades e a certeza de uma experiência inesquecível ao público que o consagrou. Com data marcada para os dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro de 2011, o evento acontece em Jacarepaguá, zona Oeste do Rio de Janeiro, mesmo bairro onde estreou em 1985, numa posição geograficamente favorecida:150mil m² e uma lagoa natural na paisagem. O “Parque Olímpico Cidade do Rock” é uma área que a Prefeitura do Rio de Janeiro está cedendo ao evento e antecipando a obra do que será nas Olimpíadas de 2016 o parque para lazer dos atletas.
O festival chega ao Rio de Janeiro em um momento promissor e de grandes investimentos — somado à conquista dos Jogos Olímpicos de 2016 e da Copa do Mundo de 2014, que também contribuem para projetar de forma positiva a marca da cidade e trazer desenvolvimento econômico. Desde sua primeira edição, quando empurrou a indústria fonográfica para um crescimento de 180%, os números reforçam a importância do evento em momentos emblemáticos para a história de nosso país, como a liberdade de expressão experimentada após o movimento “Diretas já”.
O festival soma nove edições, sendo três no Brasil (1985, 1991 e 2001), quatro em Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010) e duas na Espanha (2008 e 2010). Mais de 5 milhões de espectadores estiveram presentes para assistir as 656 atrações que passaram pelo evento. No total, foram mais de 780 horas de música, com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores, em 80 países. Em 2011, a expectativa é que 600 mil pessoas passem pelo evento e possam desfrutar com segurança e conforto cada uma das atrações que o festival oferecerá, como o Palco Mundo e as tendas Eletrônica e Palco Sunset. Nesta edição, o Rock in Rio ganha atrações como num parque de diversões e o público poderá se divertir na Tirolesa, Roda Gigante e Kaboon.
O prestígio internacional alcançado pelo Rock in Rio é resultado desse modelo de comunicação que enxerga além do palco, e oferece diversas oportunidades de negócios para as marcas ligadas ao festival; suporte profissional, pessoal e tecnológico aos artistas; conforto; serviços; e produtos para o público por preços justos. O Rock in Rio assume ainda um compromisso com as cidades-sede e desenvolve ações concretas com foco social e ambiental. Por meio do projeto “Por Um Mundo Melhor” — lançado em 2001, na terceira edição do evento no Brasil —, já beneficiou milhares de pessoas, no Brasil, em Portugal e na Espanha, com doações provenientes das vendas de bilhetes e ações promovidas pelos parceiros.
O festival soma nove edições, sendo três no Brasil (1985, 1991 e 2001), quatro em Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010) e duas na Espanha (2008 e 2010). Mais de 5 milhões de espectadores estiveram presentes para assistir as 656 atrações que passaram pelo evento. No total, foram mais de 780 horas de música, com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores, em 80 países. Em 2011, a expectativa é que 600 mil pessoas passem pelo evento e possam desfrutar com segurança e conforto cada uma das atrações que o festival oferecerá, como o Palco Mundo e as tendas Eletrônica e Palco Sunset. Nesta edição, o Rock in Rio ganha atrações como num parque de diversões e o público poderá se divertir na Tirolesa, Roda Gigante e Kaboon.
O prestígio internacional alcançado pelo Rock in Rio é resultado desse modelo de comunicação que enxerga além do palco, e oferece diversas oportunidades de negócios para as marcas ligadas ao festival; suporte profissional, pessoal e tecnológico aos artistas; conforto; serviços; e produtos para o público por preços justos. O Rock in Rio assume ainda um compromisso com as cidades-sede e desenvolve ações concretas com foco social e ambiental. Por meio do projeto “Por Um Mundo Melhor” — lançado em 2001, na terceira edição do evento no Brasil —, já beneficiou milhares de pessoas, no Brasil, em Portugal e na Espanha, com doações provenientes das vendas de bilhetes e ações promovidas pelos parceiros.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
U2 Moscow Hotel - 25 Agosto de 2010
U2 estão de volta para a Europa U2 360 ° Tour - incluindo muitos shows na Europa. Este Tour tem batido recordes incríveis, mais uma vez e é um espetáculo visionário para além de grande música do U2 - Junte-se em 2010 para U2 Live in Europe - Escolha dos U2 Hotel & Ticket e grande show de pré-Partes Fan - Vejo você lá! Turim, U2, U2 Frankfurt, U2 Hannover, Horsens U2, U2 Helsínquia, Moscovo, U2, U2 em Viena, Atenas, U2, U2 Istambul, Zurique, U2, U2 Munique, Paris U2, U2 em Bruxelas, Sevilha, U2, U2 Portugal, U2 Roma. Datas U2 Tour 2010 - Bilhete U2 e U2 Tours Viagens Ticket. U2 Hotel e Ticket Packges - U2 pré-Concert parte do pacote que está previsto para começar 06 de agosto, em Turim - Vejo você na Europa com U2 Live in Concert - 2010 ingressos do U2
Músico do Aerosmith Empurra Cantor do Palco
O clima não deve estar dos melhores nos bastidores do Aerosmith mais uma vez. O guitarrista da banda, Joe Perry, não se sabe se de propósito ou não, aproveitou um momento de vulnerabilidade do cantor Steven Tyler, que estava na borda do palco, e o empurrou durante apresentação da banda na última terça-feira (17), em Toronto.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Roger Waters está levando uma nova produção de "The Wall" para a estrada em 2011 com 28 datas confirmadas na Europa.
As datas nos Estados Unidos, que correrão de Setembro a Dezembro de 2010 foram confirmadas mês passado e esgotadas dentro de horas de acordo com uma declaração. É a primeira saída para o "The Wall" em 20 anos.
Waters compareceu em uma coletiva de imprensa no Mandarin Oriental Hotel em Londres hoje (27 de Maio) para discutir a nova turnê, assim como para expressar sua falta de confiança nas mídias sociais e políticos.
O antigo membro do Pink Floyd trouxe o conceito e músicas para o álbum duplo semi-autobiográfico de 1979, que é certificado pela RIAA como tendo 23 discos de platina.
Apesar de sua popularidade só foi apresentado 31 vezes pelo Pink Floyd (durante a turnê de 1980-81) e depois por Waters em 1990 para marcar a queda do Muro de Berlin.
“Eu realmente gostei da última turnê que fizemos,” disse Waters. “Fizemos o 'Dark Side of the Moon' inteiro [durante 2006-2008] e eu estava meio que brincando com a idéia de fazer mais um.”
Ele decidiu fazer a turnê do "The Wall" depois que a noiva dele sugeriu e “pôs a idéia na minha cabeça,” ele disse.
“Eu comecei a conversar com a equipe e perguntei se eles achavam que poderíamos realmente fazer isso,” ele explicou. Disseram a ele que desenvolvimentos tecnológicos significavam que era uma proposta de turnê viável.
O novo show vai apresentar um muro de 73 metros de largura e 10 metros de altura e projeções em larga escala – Waters diz que sistemas modernos de projeção permitem a eles emitir imagens no muro inteiro, diferente dos shows anteriores – assim como novos gráficos de vídeo dinâmicos e imagens visuais. Também vai apresentar o famoso avião caindo, enormes bonecos infláveis e pirotecnia, e Waters tem colaborado com o ilustrador Gerald Scarfe, que trabalhou no original.
Perguntado sobre o significado do álbum hoje, Waters explicou o conceito original de “medo e rebelião” e “uma rebelião contra o medo.”
“Eu vejo como uma alegoria da forma como as nações agem perante as outras agora,” ele acrescentou.
Ele passou a descrever mudanças na tecnologia e comunicações como a internet como uma “faca de dois gumes,” identificando a si como otimista mas expressando preocupação também.
“O lado negativo é que a tecnologia é usada como uma ferramenta de propaganda pelas pessoas que regem nossas vidas, os ricos e poderosos que nos dizem o que fazer e nos fazem consumir,” ele disse.
Waters também demonstrou ser sem restrições quanto ao uso da mídia social por tantas pessoas. “Acho que eles podem ‘Twittar’ suas vidas até um limite,” ele disse. “Acho que a tecnologia pode ser muito sedutora.” Aparentemente ele só adquiriu um celular há poucos anos atrás e disse que ele ainda se recusa a ler mensagens SMS.
O renovado site rogerwaters.com faz um apelo aos parentes daqueles que morreram na guerra a postar fotos, que Waters vai projetar no muro da turnê como “um ato de lembrança”.
Waters disse que ele estava ‘envergonhado’ pela participação do governo do Reino Unido na Guerra do Iraque e contrastou as “guerras desnecessárias” no Iraque e Afeganistão com a Segunda Guerra Mundial, na qual seu pai foi morto em 1944 quando Waters tinha cinco meses de idade.
Ele também se colocou contra o antigo primeiro ministro britânico Tony Blair, e disse que ele acha “inquietante” que Blair agora ganhe muito dinheiro no circuito de palestras tendo levado o país à guerra.
Apesar de viver em Manhattan na última década, Waters disse que ele também tem problemas com os EUA. “Eu sou bombardeado com demandas de consumo,” ele disse. “Isso é tudo que se espera de você se você é um cidadão americano.”
“Essa é a forma como a população dos Estados Unidos é mantida sob controle,” ele acrescentou, alegando que a mídia é usada como uma ferramenta de propaganda e que os cidadãos americanos “tem suas vidas corroídas todos os dias por pessoas que governam o país e lobistas.”
Waters também focou nos estados africanos como Serra Leoa pela distância que eles criaram entre o topo e a base da sociedade. Ele acrescentou que os políticos sócio-democratas do norte da Europa “nos mostraram uma alternativa melhor que o capitalismo de excessiva falta de regulação.”
A turnê Live Nation vai ter partida no Lisbon Atlantico Pavilion em 21 de março de 2011, e seguir em Madrid, Barcelona, Milão, Arnhem na Holanda, Budapeste, Praga, Lodz na Polônia, Moscou, São Petersburgo, Helsinki, Oslo, Estocolmo, Copenhague, Londres, Manchester, Dublin, Antuérpia, Paris, Mannheim, Zurique, Hamburgo, Berlin e Dusseldorf.
David Gilmour e Roger Waters Juntos Novamente
O guitarrista e cantor David Gilmour e o baixista Roger Waters, que tocaram juntos no Pink Floyd, vão se reunir para um show, afirmou Waters em sua página no Facebook. Na semana passada, os dois já tinham tocado juntos em um show de caridade em Oxford, na Inglaterra. Os dois devem tocar “Comfortably numb”, um dos principais sucessos da banda inglesa.
No texto postado na rede social, Waters explica que a participação especial começou a ser tramada antes da apresentação da semana passada. O baixista afirma que Gilmour havia pedido a ele para dividir os vocais em um dueto. Caso Waters aceitasse, Gilmour tocaria em um show com ele.
“Como poderia recusar tal oferta?”, escreveu Waters no Facebook: “Eu não poderia, não tinha como. Generosidade ultrapassa o medo. E assim explicando que eu provavelmente seria uma droga [nos vocais do dueto], mas se ele não se importava, eu também não me importaria. Eu concorde e o resto é História. Nós tocamos junto e foi excelente. Fim da história. Ou possivelmente, o início”
Roger Waters e seu Novo Cd
Recentemente, Roger Waters, membro fundador do Pink Floyd, fez uma turnê pelos Estados Unidos após doze anos ausente daquele país, turnê esta intitulada "In The Flesh", onde pela primeira vez apresentou uma retrospectiva de sua carreira, executando desde canções dos primórdios do Pink Floyd até seus recentes álbuns-solo, passando por "clássicos" da banda registrados na década de 70, e incluindo ainda uma canção inédita, "Each Small Candle".
E para comemorar o sucesso da turnê, a Columbia Records promete editar em 21 de novembro o "In The Flesh", CD duplo contendo uma apresentação na íntegra de Waters (embora mixada a partir de várias perfomances) - lembrando que seu último álbum editado foi o "Amused To Death", datado de 1992.
E como já havíamos anunciado, além deste cd duplo, prevê-se também o lançamento de um vídeo, que será editado nos dois formatos comuns ao mercado hoje em dia (DVD e VHS); a versão em DVD, além de produzida com as mais modernas técnicas existentes (incluindo o aclamado "Dolby Digital 5.1") trará um documentário de cerca de meia hora de duração, realizado nos bastidores da turnê, além de biografia, fotos, letras de músicas e muitas outras coisas. Porém a data de lançamento deste ainda não foi definida.
A produção ficará a cargo de James Guthrie, colaborador de longa data de Waters, mais precisamente desde o "The Wall", de 1978, e responsável pela remasterização em CD de todo o catálogo do Pink Floyd. Guthrie justifica o fato de haver gravado os shows de Waters numa mesa analógica de 48 canais ao invés de se valer de uma mesa digital, afirmando que prefere o primeiro ao segundo, pois além de possuir uma resolução mais definida, é "tridimensional", estando mais próximo da realidade.
A banda consiste em Roger Waters na guitarra, vocal e baixo, Andy Fairweather-Low, Snowy White e Doyle Bramhall II nas guitarras, Graham Broad na bateria, Jon Carin e Andy Wallace nos teclados, além de Katie Kissoon, Susannah Melvoin e PP Arnold nos backing vocals.
Eis a relação completa das faixas do cd:
- "In The Flesh" (do "The Wall")- "The Happiest Days Of Our Lives" (idem)
- "Another Brick In The Wall, Part 2" (idem)
- "Mother" (idem)
- "Get Your Filthy Hands Off My Desert" (do "The Final Cut")
- "Southampton Dock" (idem)
- "Pigs On The Wing, Part 1" (do "Animals")
- "Dogs" (idem)
- "Welcome To The Machine" (do "Wish You Were Here")
- "Wish You Were Here" (idem)
- "Shine On You Crazy Diamond (Parts 1-8)" (idem)
- "Set The Controls For The Heart Of The Sun" (do "Saucerful Of Secrets")
- "Breath (In The Air)" (do "Dark Side Of The Moon")
- "Time" (idem)
- "Money" (idem)
- "Pros and Cons of Hitch Hiking Part 11" (do "The Pros and Cons of Hitch Hiking")
- "Perfect Sense (Parts I and II)" (do "Amused To Death")
- "The Bravery Of Being Out Of Range" (idem)
- "It's A Miracle" (idem)
- "Amused To Death" (idem)
- "Brain Damage" (do "Dark Side Of The Moon")
- "Eclipse" (idem)
- "Comfortably Numb" (do "The Wall")
- "Each Small Candle" (canção inédita)
The Orb com David Gilmour será lançado em outubro.
The Orb com David Gilmour a próxima versão, será lançado em varios formatos mundial em outubro deste ano, e as datas serão confirmadas em breve.
Além disso, o álbum CD padrão, haverá uma "versão 2CD Deluxe ': o primeiro disco é o mesmo que a norma, a segunda é uma versão ™ 3D60, um novo processo de produção de som desenvolvido pela Juventude, Brady Mike (The Jam engenheiro de som ao vivo) e Ian Thompson (músico e produtor multimídia), que permite a você ouvir em som tridimensional. Tal como acontece com o formato anterior QSound, você não precisa de equipamentos especiais, e é dito que "o som incrível em qualquer fone de ouvido em qualquer formato".
Além disso, o álbum CD padrão, haverá uma "versão 2CD Deluxe ': o primeiro disco é o mesmo que a norma, a segunda é uma versão ™ 3D60, um novo processo de produção de som desenvolvido pela Juventude, Brady Mike (The Jam engenheiro de som ao vivo) e Ian Thompson (músico e produtor multimídia), que permite a você ouvir em som tridimensional. Tal como acontece com o formato anterior QSound, você não precisa de equipamentos especiais, e é dito que "o som incrível em qualquer fone de ouvido em qualquer formato".
Sem falar que esse novo CD será mais um dos grandes lançamentos que vem acontecendo nos ultimos anos
Engenheiros do Hawaii
Nos últimos anos a banda Engenheiros do Hawaii mudou constantemente o seu logotipo utilizado nas capas dos CDs, DVDs e outros materiais da banda. Estas mudanças algumas vezes foram necessárias e outras foram totalmente desnecessárias. Os últimos seis CDs utilizam logotipos diferentes, demonstrando a perda gradativa da identidade inicial da banda.
Em 1986, no lançamento do primeiro LP, a banda utilizou um logotipo que se repetiu em mais oito discos. O logotipo com a palavra “Engenheiros do Hawaii” utiliza uma tipografia exclusiva, toda em caixa alta, reforçando a identidade da banda. No primeiro disco chamado “Longe Demais das Capitais” a banda era formada por Humberto Gessinger, Carlos Maltz e Marcelo Pitz.
Em 1987 a banda teve a saída de Marcelo Pitz para entrada de Augusto Licks. No lançamento do segundo disco, chamado “A Revolta dos Dândis” além do logotipo a banda passou a utilizar como símbolos diversas engrenagens. As capas dos discos passaram a utilizar cores chapadas, que reforçavam a identidade da banda. A utilização desta identidade prosseguiu em 1988 com o disco “Ouça O Que Eu Digo, Não Ouça Ninguém”, 1989 com o disco “Alívio Imediato”, 1990 com o disco “O Papa é Pop”, 1991 com o disco “Várias Variáveis”, 1992 com o disco “Gessinger, Licks e Maltz” e 1993 com o disco “Filmes de Guerra Canções de Amor”. Nos dois últimos apesar da mesma identidade a banda passou a utilizar um logotipo “abreviado” com os dizeres “ENG os/do HAWAII”. Este logotipo foi utilizado até 1994, quando Ricardo Horn entrou na banda no lugar de Augusto Licks.
Em 1995 a banda deixa de ser um trio e se torna um quinteto, formado por Humberto Gessinger, Carlos Maltz, Ricardo Horn, Fernando Deluqui e Paolo Casarin. Com esta formação a banda lançou o disco Simples de Coração e passou a utilizar um novo logotipo até 1996, quando ocorreram algumas brigas e desentendimentos entre os integrantes da banda, que causaram a separação do grupo. Durante este período a banda não utilizou engrenagens como parte de sua identidade.
Em 1997 a banda voltou com uma nova formação com Humberto Gessinger, Luciano Granja, Adal Fonseca e Lúcio Dorfman. No primeiro CD lançado com esta formação, chamado “Minuano”, a banda volta a utilizar o logotipo original criado em 1986, além de utilizar engrenagens como parte da identidade da banda. Em 1999, a banda lança o décimo primeiro CD, segundo com esta formação, chamado “¡Tchau Radar!”. Neste CD foi utilizada uma nova tipografia com a palavra “Engenheiros do Hawaii” escrita em caixa baixa, com letras de diferentes tamanhos, utilizando a fonte HelveticaNeue. Em 2000 o mesmo logotipo foi utilizado para o CD “10.000 Destinos Ao Vivo”.
Em 2001 a banda muda radicalmente de formação que passa a ser formada por Humberto Gessinger, Gláucio Ayala, Bernardo Fonseca e Paulo Galvão, lançando o CD “10.001 Destinos Ao Vivo”, mesmo CD do ano anterior com algumas músicas bônus gravadas com nova formação. Este CD utilizou como logotipo a palavra “ENG os/do Hawaii” escrita de forma manual pelo líder da banda, Humberto Gessinger. Esta foi a última capa com desenhos de engrenagens. No mesmo ano a banda lançou o CD “Surfando Karmas & DNA” que utilizava um novo logotipo, escrito com a fonte Kabel levemente alongada. Em 2003 a banda lançou o CD “Dançando no Campo Minado” com outro logotipo em que as letras havia a junção das letras “N e H” da da palavra “Engenheiros” e “A,W e A” da palavra “Hawaii”, além da utilização das letras “i” de ponta-cabeça.
Em 2003 com o lançamento do CD “Acústico MTV” a banda passa a adotar um novo logotipo, criado pela equipe da MTV e troca as engrenagens por mandalas. Em 2007 com a gravação de mais um acústico, com músicas inéditas e mais algumas regravações a banda passa a utilizar outro logotipo, com letras cortadas, e adota definitivamente as mandalas no lugar das engrenagens. (Outubro 2007)
Em 1986, no lançamento do primeiro LP, a banda utilizou um logotipo que se repetiu em mais oito discos. O logotipo com a palavra “Engenheiros do Hawaii” utiliza uma tipografia exclusiva, toda em caixa alta, reforçando a identidade da banda. No primeiro disco chamado “Longe Demais das Capitais” a banda era formada por Humberto Gessinger, Carlos Maltz e Marcelo Pitz.
Em 1987 a banda teve a saída de Marcelo Pitz para entrada de Augusto Licks. No lançamento do segundo disco, chamado “A Revolta dos Dândis” além do logotipo a banda passou a utilizar como símbolos diversas engrenagens. As capas dos discos passaram a utilizar cores chapadas, que reforçavam a identidade da banda. A utilização desta identidade prosseguiu em 1988 com o disco “Ouça O Que Eu Digo, Não Ouça Ninguém”, 1989 com o disco “Alívio Imediato”, 1990 com o disco “O Papa é Pop”, 1991 com o disco “Várias Variáveis”, 1992 com o disco “Gessinger, Licks e Maltz” e 1993 com o disco “Filmes de Guerra Canções de Amor”. Nos dois últimos apesar da mesma identidade a banda passou a utilizar um logotipo “abreviado” com os dizeres “ENG os/do HAWAII”. Este logotipo foi utilizado até 1994, quando Ricardo Horn entrou na banda no lugar de Augusto Licks.
Em 1995 a banda deixa de ser um trio e se torna um quinteto, formado por Humberto Gessinger, Carlos Maltz, Ricardo Horn, Fernando Deluqui e Paolo Casarin. Com esta formação a banda lançou o disco Simples de Coração e passou a utilizar um novo logotipo até 1996, quando ocorreram algumas brigas e desentendimentos entre os integrantes da banda, que causaram a separação do grupo. Durante este período a banda não utilizou engrenagens como parte de sua identidade.
Em 1997 a banda voltou com uma nova formação com Humberto Gessinger, Luciano Granja, Adal Fonseca e Lúcio Dorfman. No primeiro CD lançado com esta formação, chamado “Minuano”, a banda volta a utilizar o logotipo original criado em 1986, além de utilizar engrenagens como parte da identidade da banda. Em 1999, a banda lança o décimo primeiro CD, segundo com esta formação, chamado “¡Tchau Radar!”. Neste CD foi utilizada uma nova tipografia com a palavra “Engenheiros do Hawaii” escrita em caixa baixa, com letras de diferentes tamanhos, utilizando a fonte HelveticaNeue. Em 2000 o mesmo logotipo foi utilizado para o CD “10.000 Destinos Ao Vivo”.
Em 2001 a banda muda radicalmente de formação que passa a ser formada por Humberto Gessinger, Gláucio Ayala, Bernardo Fonseca e Paulo Galvão, lançando o CD “10.001 Destinos Ao Vivo”, mesmo CD do ano anterior com algumas músicas bônus gravadas com nova formação. Este CD utilizou como logotipo a palavra “ENG os/do Hawaii” escrita de forma manual pelo líder da banda, Humberto Gessinger. Esta foi a última capa com desenhos de engrenagens. No mesmo ano a banda lançou o CD “Surfando Karmas & DNA” que utilizava um novo logotipo, escrito com a fonte Kabel levemente alongada. Em 2003 a banda lançou o CD “Dançando no Campo Minado” com outro logotipo em que as letras havia a junção das letras “N e H” da da palavra “Engenheiros” e “A,W e A” da palavra “Hawaii”, além da utilização das letras “i” de ponta-cabeça.
Em 2003 com o lançamento do CD “Acústico MTV” a banda passa a adotar um novo logotipo, criado pela equipe da MTV e troca as engrenagens por mandalas. Em 2007 com a gravação de mais um acústico, com músicas inéditas e mais algumas regravações a banda passa a utilizar outro logotipo, com letras cortadas, e adota definitivamente as mandalas no lugar das engrenagens. (Outubro 2007)
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
1971 - Chico Buarque - Construção
Já sei, já sei. Voce acabou de pensar "WAT?! O Mecca pirou de vez! Chico? Rock? Mah WTF?!"
Bom, eu nao pirei. Pelo menos não assim, recentemente, radicalmente... Afinal, faz tempo que quero postar esse album. O primeiro motivo é o básico pra postar qualquer album aqui: ele é foda. Eu amo esse album, e morro de vontade de divulgar e mostrar pra todos pq acho ele tão bom. O segundo é mostrar que talvez suas definições musicais estejam mal elaboradas, e que as vezes alguns estilos musicais que a primeira vista soam completamente adversos, podem ser bem próximos. Esse é um album de samba, como todo album do chico. Mas também é um album de prog.
O album abre com Deus Lhe Pague. Tem o andamento sombrio, tenso, carregado. Começa com pura percursão, voz e um piano bastante grave. A letra, como sempre, genial. Novos elementos são inseridos aos poucos na musica - classico artificio do prog. Nota-se logo uma flauta e um violão de aço. Em seguida, vocais de apoio e tambores mais pesados. Trompetes e trombones acrescentam peso à musica.
A segunda é a conhecidíssima Cotidiano. Abre calma num solo de sax (?), segue como um clássico samba e uma letra linda, trazendo poesia de algo rotineiro. O baixo presente é o guia da musica. Novamente, a musica "cresce" conforme passa. Essa é uma constante comum no prog rock, como nota-se por exemplo com o Pink Floyd ou o Yes, e tambem é uma constante pra Chico.
Desalento é o que normalmente chamariamos de "baladinha" do album. Mais triste, arrastada, com varios intrumentos aparecendo e sumindo em poucas notas suaves.
A quarta faixa, Construção, foi crucial pra me guiar a esse post. Tem o desenvolvimento progressivo mais acentuado que todas as outras. O baixo é presente e cadenciado. A letra, uma obra-prima. Chico termina cada verso com uma proparoxitona, e tais palavras são raras. Depois, troxa as ultimas palavras dos versos, alterando totalmente o sentido de cada um dos versos, mas sem mudar o contexto geral. O pequeno e surpreendente solo de sopros quebra a musica repentinamente, mas deixa-a retornar em seguida, acompanhando-a e "aumentando-a". A introdução de chocalho e cuica no final deixam a musica bem mais solta, permitindo o desenvolvimento dessa até a pausa repentina pro verso final da estrofe (efeito que é usado 2 vezes). A seguir, a prova derradeira de que isso é prog: o Deja'vu! Como bom prog rock, ao final de Construção é reintroduzida Deus Lhe Pague, mais pesada que anteriormente, expressando toda a revolta da época para com o governo militar. Cara, gritar isso em pleno governo militar!!! Quer atitude mais rock'n'roll!??!
Cordão é uma daquelas baladas um pouquinho mais soltas, a flauta mantém ela bem mais leve e menos melancólica do que Desalento.
A faixa seguinte, Olha Maria... devo confessar, é o ponto baixo do album. É muito lenta e melancólica, muito sofrida. E apesar de, isolada, acha-la chatinha, dentro do album nem me importo com ela, tão fodásticas são as outras musicas. A musica se torna realmente interessante no finalzinho, na parte instrumental, mais pesada e surpreendente, graças principalmente ao piano.
Samba de Orly é mais uma famosissíma. É bem solta e boa de se ouvir, tem um andamento agradavel, amigavel. A letra fala abertamente sobre o exilio.
Valsinha é curta, sombria e tem uma melodia fantástica, um desenvolvimento relativamente simples e delicioso.
Minha história é mais uma de andamento tranquilo e confortável. Conta, conforme o titulo insinua, sua historia de vida, desde como se conheceram seus país.
A musica final, Acalanto, é ideal para fechar o album. O violino e a linha vocal se acompanham com um sutil violão ao fundo, numa musica muito calma que prepara para o fim do disco.
Enfim, espero que lendo a resenha e ouvindo o album consigam entender o meu ponto de vista. Espero que consigam ver o que há de prog aí, e no minimo possam estreitar as distancias entre esses estilos musicais quase sempre tão afastados pelos fãs, sendo eles ambos fantásticos. E se, por fim, acharem que eu viajei demais pra considerar qualquer coisa aqui como rock... Bom, não será um total dispericio. Rock ou nao, é um album genial, uma obra-prima, que todos deveriam conhecer.
Set List:
Bom, eu nao pirei. Pelo menos não assim, recentemente, radicalmente... Afinal, faz tempo que quero postar esse album. O primeiro motivo é o básico pra postar qualquer album aqui: ele é foda. Eu amo esse album, e morro de vontade de divulgar e mostrar pra todos pq acho ele tão bom. O segundo é mostrar que talvez suas definições musicais estejam mal elaboradas, e que as vezes alguns estilos musicais que a primeira vista soam completamente adversos, podem ser bem próximos. Esse é um album de samba, como todo album do chico. Mas também é um album de prog.
O album abre com Deus Lhe Pague. Tem o andamento sombrio, tenso, carregado. Começa com pura percursão, voz e um piano bastante grave. A letra, como sempre, genial. Novos elementos são inseridos aos poucos na musica - classico artificio do prog. Nota-se logo uma flauta e um violão de aço. Em seguida, vocais de apoio e tambores mais pesados. Trompetes e trombones acrescentam peso à musica.
A segunda é a conhecidíssima Cotidiano. Abre calma num solo de sax (?), segue como um clássico samba e uma letra linda, trazendo poesia de algo rotineiro. O baixo presente é o guia da musica. Novamente, a musica "cresce" conforme passa. Essa é uma constante comum no prog rock, como nota-se por exemplo com o Pink Floyd ou o Yes, e tambem é uma constante pra Chico.
Desalento é o que normalmente chamariamos de "baladinha" do album. Mais triste, arrastada, com varios intrumentos aparecendo e sumindo em poucas notas suaves.
A quarta faixa, Construção, foi crucial pra me guiar a esse post. Tem o desenvolvimento progressivo mais acentuado que todas as outras. O baixo é presente e cadenciado. A letra, uma obra-prima. Chico termina cada verso com uma proparoxitona, e tais palavras são raras. Depois, troxa as ultimas palavras dos versos, alterando totalmente o sentido de cada um dos versos, mas sem mudar o contexto geral. O pequeno e surpreendente solo de sopros quebra a musica repentinamente, mas deixa-a retornar em seguida, acompanhando-a e "aumentando-a". A introdução de chocalho e cuica no final deixam a musica bem mais solta, permitindo o desenvolvimento dessa até a pausa repentina pro verso final da estrofe (efeito que é usado 2 vezes). A seguir, a prova derradeira de que isso é prog: o Deja'vu! Como bom prog rock, ao final de Construção é reintroduzida Deus Lhe Pague, mais pesada que anteriormente, expressando toda a revolta da época para com o governo militar. Cara, gritar isso em pleno governo militar!!! Quer atitude mais rock'n'roll!??!
Cordão é uma daquelas baladas um pouquinho mais soltas, a flauta mantém ela bem mais leve e menos melancólica do que Desalento.
A faixa seguinte, Olha Maria... devo confessar, é o ponto baixo do album. É muito lenta e melancólica, muito sofrida. E apesar de, isolada, acha-la chatinha, dentro do album nem me importo com ela, tão fodásticas são as outras musicas. A musica se torna realmente interessante no finalzinho, na parte instrumental, mais pesada e surpreendente, graças principalmente ao piano.
Samba de Orly é mais uma famosissíma. É bem solta e boa de se ouvir, tem um andamento agradavel, amigavel. A letra fala abertamente sobre o exilio.
Valsinha é curta, sombria e tem uma melodia fantástica, um desenvolvimento relativamente simples e delicioso.
Minha história é mais uma de andamento tranquilo e confortável. Conta, conforme o titulo insinua, sua historia de vida, desde como se conheceram seus país.
A musica final, Acalanto, é ideal para fechar o album. O violino e a linha vocal se acompanham com um sutil violão ao fundo, numa musica muito calma que prepara para o fim do disco.
Enfim, espero que lendo a resenha e ouvindo o album consigam entender o meu ponto de vista. Espero que consigam ver o que há de prog aí, e no minimo possam estreitar as distancias entre esses estilos musicais quase sempre tão afastados pelos fãs, sendo eles ambos fantásticos. E se, por fim, acharem que eu viajei demais pra considerar qualquer coisa aqui como rock... Bom, não será um total dispericio. Rock ou nao, é um album genial, uma obra-prima, que todos deveriam conhecer.
Set List:
1. "Deus Lhe Pague" – 3:19
2. "Cotidiano" – 2:49
3. "Desalnto" – 2:48
4. "Construção" – 6:24
5. "Cordão" – 2:31
6. "Olha Maria (Amparo)" – 3:56
7. "Samba de Orly" – 2:40
8. "Valsinha" – 2:00
9. "Minha História" – 3:01
10. "Acalanto" – 1:38
Line Up:Chico Buarque - Vocal, violão e arranjos
Outros instrumentistas são musicos de estudio, os quais nao sei quem são ;p
Vale comentar que algumas composições têm parcerias com Vinicius de Moraes, Toquinho, Tom Jobim e Lucio Dalla.
Aerosmith - S/T - 1973
Primeiro album do Aerosmith, quando a voz de Tyler ainda era mais grave e quase irreconhecível pra quem está acostumado com albuns mais recentes como get a grip ou nine lives. Tambem é um som mais bluesy, um hard rock mais cru, mais "primitivo".
O disco abre com Make It, com a guitarra acompanhando a linha vocal, uma distorção leve e gostosa. O andamento é classico do aerosmith, envolvente, dançante e sexual.
A segunda faixa, Somobody tem uma distorção um pouco mais pesada, mas mantém as caracteristicas basicas da anterior. Um solo muito bem timbrado, seguido de um dueto de guitarra e voz preenchem o meio da musica, sem ser curto nem grande demais, exatamente como deveria.
A terceira musica é o grande hit do album, e um dos maiores hits da história da banda. Dream On começa com um belíssimo dedilhado na guitarra, acompanhado de um leve teclado ao fundo. O vocal entra suave e o baixo aparece bem forte. Aliás, essa é uma das (talvez A) musicas que mais destacam o baixo no album. O pré-refrão ganha peso com os pratos da bateria e um lick mais sujo na guitarra, e apesar de quase ausencia de guitarra, o refrão é ainda mais pesado. Entre os refrões cabem pequenos e preciosos solos. A unica coisa estranha dessa musica é a parte mais alta do vocal. É MUITO estranho pra quem tá acostumado com versões ao vivo mais recentes. Mas nao chega nem perto de ser um problema nessa musica fantástica.
One Way Street é um blues solto, levemente swingado. Nem por isso perde aquela caracteristica triste que um bom blues deve ter. E tambem não perde a sexualidade típica da banda. A guitarra ganha um timbre mais cheio no solo, inclusive comparado aos timbres das musicas anteriores.
Mama Kin puxa mais pro hard rock mesmo, com um tibmre bem rasgado de guitarra e um riff pegajoso. É rapida, elétrica, e o refrão é ainda mais pegajoso que o riff. Grande musica.
Write Me volta pra um clima bem blues, com uma riff bem classico do estilo, com um dos melhores desempenhos de Tyler no album, com a voz mais forte que nas outras musicas, mas sempre com o mesmo tom rouco.
Movin'Out conta novamente com guitarra e vocal se acompanhando na intro, e segue com as 6 cordas em um solado/dedilhado persistente. Essa faixa é mais densa, obscura, com uma bateria mais grave, e vai crescendo aos poucos. Um solo relativamente simples mas muito original completa a composição.
Walking the Dog tem o andamento mais semelhante às duas primeiras musicas, aquele hard rock ainda muito dependente do blues. Tambem uma excelente musica.
Baixem!
Set List:
O disco abre com Make It, com a guitarra acompanhando a linha vocal, uma distorção leve e gostosa. O andamento é classico do aerosmith, envolvente, dançante e sexual.
A segunda faixa, Somobody tem uma distorção um pouco mais pesada, mas mantém as caracteristicas basicas da anterior. Um solo muito bem timbrado, seguido de um dueto de guitarra e voz preenchem o meio da musica, sem ser curto nem grande demais, exatamente como deveria.
A terceira musica é o grande hit do album, e um dos maiores hits da história da banda. Dream On começa com um belíssimo dedilhado na guitarra, acompanhado de um leve teclado ao fundo. O vocal entra suave e o baixo aparece bem forte. Aliás, essa é uma das (talvez A) musicas que mais destacam o baixo no album. O pré-refrão ganha peso com os pratos da bateria e um lick mais sujo na guitarra, e apesar de quase ausencia de guitarra, o refrão é ainda mais pesado. Entre os refrões cabem pequenos e preciosos solos. A unica coisa estranha dessa musica é a parte mais alta do vocal. É MUITO estranho pra quem tá acostumado com versões ao vivo mais recentes. Mas nao chega nem perto de ser um problema nessa musica fantástica.
One Way Street é um blues solto, levemente swingado. Nem por isso perde aquela caracteristica triste que um bom blues deve ter. E tambem não perde a sexualidade típica da banda. A guitarra ganha um timbre mais cheio no solo, inclusive comparado aos timbres das musicas anteriores.
Mama Kin puxa mais pro hard rock mesmo, com um tibmre bem rasgado de guitarra e um riff pegajoso. É rapida, elétrica, e o refrão é ainda mais pegajoso que o riff. Grande musica.
Write Me volta pra um clima bem blues, com uma riff bem classico do estilo, com um dos melhores desempenhos de Tyler no album, com a voz mais forte que nas outras musicas, mas sempre com o mesmo tom rouco.
Movin'Out conta novamente com guitarra e vocal se acompanhando na intro, e segue com as 6 cordas em um solado/dedilhado persistente. Essa faixa é mais densa, obscura, com uma bateria mais grave, e vai crescendo aos poucos. Um solo relativamente simples mas muito original completa a composição.
Walking the Dog tem o andamento mais semelhante às duas primeiras musicas, aquele hard rock ainda muito dependente do blues. Tambem uma excelente musica.
Baixem!
Set List:
1. "Make It" - 3:38
2. "Somebody" - 3:45
3. "Dream On" - 4:27
4. "One Way Street" - 7:00
5. "Mama Kin" - 4:27
6. "Write Me A Letter" - 4:10
7. "Movin' Out"- 5:02
8. "Walkin' the Dog" - 3:12
Line Up:
Tom Hamilton - Baixo
Joey Kramer - Bateria
Joe Perry - Guitarra, percursão, backing vocals
Steven Tyler - Vocal, percursão, gaita, flauta
Brad Withford - Guitarra (base)
Musico extra: David Woodford - Saxofone
Tom Hamilton - Baixo
Joey Kramer - Bateria
Joe Perry - Guitarra, percursão, backing vocals
Steven Tyler - Vocal, percursão, gaita, flauta
Brad Withford - Guitarra (base)
Musico extra: David Woodford - Saxofone
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